Como muitas outras delícias culinárias também o bolo-rei é originário de França.

Em Portugal, a Confeitaria Nacional foi a primeira a fabricar bolo-rei, com uma receita cheia de segredos, fruto da sua adaptação portuguesa ao bolo francês, o galette des rois.
Foi Baltazar Rodrigues Castanheira Filho, da Confeitaria Nacional, a conhecida pastelaria da Baixa lisboeta, que trouxe a receita de França, onde a iguaria era consumida por altura do ano novo e no dia de Reis.

No entanto, a tradição do bolo-rei vem da altura dos romanos. Era costume fazer-se um bolo parecido ao nosso, na altura das festas de Saturno. A fava dentro do bolo vem desde essa altura: quem descobrisse a fava era proclamado rei da festa. Essa tradição foi continuada pelos Cristãos, que viram no bolo uma forma de homenagem aos Reis Magos.

Bolo-rei: um bolo com história

As frutas cristalizadas fazem parte do tradicional bolo-rei

O Bolo-rei Pingo Doce

Todos os anos saem dos fornos do Pingo Doce mais de 500 mil bolos- rei. A produção começa no dia 1 de Outubro e termina no dia 6 de Janeiro, dia de Reis. A receita, o mais tradicional possível, tem alguns segredos da casa e é o resultado da mestria da secção de padaria do Pingo Doce.

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Cada bolo é feito com dedicação e com ingredientes da melhor qualidade, selecionados com cuidado. Para que os bolos sejam sempre frescos, a produção é faseada ao longo do dia. Na altura da consoada, a produção aumenta para ir ao encontro da elevada procura. O peso do bolo-rei Pingo Doce varia entre os 500g e os 2 quilos, no entanto, é possível encomendar bolos maiores.

Para todos os gostos

Apesar de nunca faltar bolo-rei nas mesas portuguesas pela altura da consoada, há quem não aprecie frutas cristalizadas. O Pingo Doce não quer deixar ninguém sem o tradicional bolo e, por essa razão, tem vindo a especializar-se noutras variações, como o bolo-rainha.

Aventure-se em casa!

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